A Ginecomastia é o desenvolvimento anormal da glândula mamária em homens, causada por desequilíbrio hormonal, uso de medicamentos ou até sem causa aparente que pode afetar apenas um lado ou ambos. Normalmente, é confundida com o acúmulo de gordura (pseudo-ginecomastia ou lipomastia). .
Os pacientes podem perceber um inchaço e aumento da sensibilidade nas mamas e ate mesmo dor mamária. Embora seja um problema físico, os efeitos emocionais costumam ser ainda mais marcantes: vergonha do corpo, baixa autoestima, medo de tirar a camisa ou até evitar relações afetivas. Sim, pode ser angustiante — mas a boa notícia é que tem tratamento, e você não precisa conviver com isso sozinho.

Como a Dra. Daniela pode te auxiliar no diagnóstico de Ginecomastia?
A Dra Daniela Beggiato é médica Mastologista em BH. Atualmente atende no consultório (Amagio) em Belo Horizonte e e faz parte da equipe de Mastologia do Hospital Felicio Rocho.
A Dra. Daniela é uma profissional com um olhar humanizado, que consegue compreender o paciente, através de uma escuta atenta a tudo o que é dito durante a consulta. Os pacientes sentem-se acolhidos. É especialista nas alterações mamárias, e através de uma avaliação completa, irá identificar os sintomas relatados, para um acompanhamento individualizado.
Dra Daniela Beggiato tem Mestrado em Ciências aplicadas ao Câncer pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais (fcmmg). Os seus estudos foram na área de Câncer de mama em pacientes Jovens.
Quando se procura por procedimentos cirúrgicos, avalia-se se a médica atende em um bom hospital e quais são as opiniões de outros pacientes que consultaram com a médica.
A Dra Daniela tem certificado de Excelência pelo Doctoralia por 3 anos seguidos. Ela possui mais de 230 avaliações 5 estrelas.
O site Doctoralia é excelente para você ver avaliações sobre um médico em BH.





Se você quiser descobrir se seu mastologista é certificado e credenciado, você pode avaliar no site Sociedade Brasileira de Mastologia.
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Cuide da sua saúde com o máximo de atenção e cuidado, prevenindo problemas futuros e mantendo seu corpo em perfeito funcionamento.
Quando procurar um mastologista?
Se você sente:
- Aumento das mamas que incomoda estética ou emocionalmente
- Dor, nódulos ou secreção nos mamilos
- Preocupação com o formato do seu tórax
- Dúvidas se o que tem é ginecomastia ou outra condição
Um mastologista é o médico mais indicado para avaliar o tecido mamário masculino, realizar exames (como ultrassom ou mamografia, quando necessário) e propor o tratamento mais adequado.
O que mais preocupa os homens?
Muitos pacientes relatam:
- Vergonha de tirar a camisa na academia, praia ou até no vestiário
- Piadas e bullying, inclusive na infância ou adolescência
- Desconforto com o toque, dor ou sensibilidade nos mamilos
- Dúvidas se “isso pode ser câncer” (ginecomastia não é câncer, mas é importante diferenciar)
- Medo da cirurgia ou de julgamentos médicos
Essas inseguranças são comuns — e todas merecem escuta e orientação médica adequada.
Quais as causas da Ginecomastia?
Na maioria dos casos é um fenômeno fisiológico e transitório em jovens e idosos.
Pode estar associada a alterações hormonais provocadas por doenças ou uso de drogas farmacológicas ou ilícitas.
O desenvolvimento do tecido mamário no homem geralmente ocorre devido a um desequilíbrio na relação dos hormônios masculinos (testosterona e androstenediona) e femininos, destacando-se o estradiol. Ocorrer redução da testosterona e aumento do estrogênio.
Este desequilíbrio hormonal acontece naturalmente nos períodos neonatal (logo após o nascimento), adolescência/ puberdade e velhice. A ginecomastia nestas fases é transitória e é recomendada observação do paciente para ver como será a evolução.
As causas não fisiológicas podem ser divididas em patológicas, medicamentosas e uso de drogas.
Causas Patológicas
- Síndrome de Klinefelter: é uma condição genética que afeta homens e ocorre quando há uma cópia extra do cromossomo X, resultando no cariótipo 47,XXY (em vez do típico 46,XY)
- Cirrose hepática: é uma condição crônica e progressiva caracterizada pela substituição do tecido hepático normal por fibrose (tecido cicatricial) que compromete a função do fígado
- Hipertireoidismo: a glândula tireoide produz hormônios tireoidianos em excesso, levando a um aumento do metabolismo corporal.
- Insuficiência renal crônica: é a perda gradual e progressiva da função dos rins ao longo do tempo, resultando na incapacidade de filtrar adequadamente os resíduos e o excesso de líquidos do sangue
- Desnutrição: ingestão inadequada de nutrientes essenciais, resultando em déficits de energia, proteínas, vitaminas e minerais necessários para o funcionamento adequado do organismo.
- Doença de Parkinson: é um distúrbio neurodegenerativo progressivo que afeta o sistema nervoso central, caracterizado pela perda de neurônios
- Diversas neoplasias: Alguns tumores produzem hormônios ou substâncias que alteram o equilíbrio hormonal, levando ao desenvolvimento da ginecomastia.

Causas Medicamentosas e drogas
- Medicamentos diurético poupador de potássio;
- Protetores gástricos: medicamento inibidor da bomba de prótons (IBP) que reduz a produção de ácido gástrico no estômago;
- Antifúngico;
- Antibiótico e antiparasitário eficaz contra bactérias anaeróbias e protozoários;
- Medicamentos usados para o tratamento da hiperplasia prostática benigna (HPB) e da alopecia (calvície masculina)
- Antieméticos: prevenir náuseas e vômitos;
- Medicamentos para o tratamento do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e Narcolepsia (distúrbio do sono);
- Anti psicóticos: para tratar transtornos psicóticos, como esquizofrenia, transtorno bipolar e outras condições psiquiátricas;
- Esteróides anabolizantes: usado para crescimento muscular e aumento da massa corporal
O uso regular e frequente de álcool e drogas ilícitas são comumente associados à ginecomastia.
Como é feito o diagnóstico da Ginecomastia?
É importante diferenciar a ginecomastia do acúmulo de gordura nas mamas, decorrente da obesidade ou sobrepeso, conhecido como lipomastia ou pseudo ginecomastia.
O primeiro passo é a avaliação clínica com exame físico, feita pelo mastologista. A partir disso, alguns exames podem ser solicitados para entender a causa da ginecomastia e descartar outras condições:
Uma avaliação do IMC (índice de massa corporal) pode sugerir sobrepeso ou obesidade e indicar a pseudoginecomastia.
Exames:
Rotina laboratorial: incluindo os principais hormônios relacionados para descartar problemas endócrinos.
- Testosterona
- Estradiol
- FSH e LH
- Prolactina
- TSH e T4 livre (função tireoidiana)
- Beta-HCG e alfa-fetoproteína (para excluir tumores testiculares ou mediastinais)
Exames de imagem:
Mamografia pode ser útil, especialmente para diferenciar a ginecomastia verdadeira da pseudoginecomastia e para excluir a possibilidade de câncer de mama, assim com a ultrassonografia pode auxiliar em caso de dúvida sobre a presença de nódulos.
- Ultrassonografia testicular: se houver suspeita de tumor nos testículos, que pode causar ginecomastia.
- Tomografia ou ressonância, em casos mais complexos, para avaliar hipófise ou adrenais.
Esses exames ajudam o médico a identificar se a ginecomastia é fisiológica, medicamentosa, endócrina, tumoral ou idiopática (sem causa definida). Com base nisso, é possível definir o melhor plano de tratamento — seja clínico, cirúrgico ou apenas acompanhamento.
De modo geral, a ginecomastia não está associada ao risco de câncer de mama masculino. Mas, o exame com mastologista é fundamental para descartar esta hipótese.

Qual o tratamento da Ginecomastia?
O tratamento deve ser direcionado à patologia de base. Alterações hormonais devem ser investigadas e corrigidas. Muitos pacientes com ginecomastia idiopática apresentam-se também com sobrepeso, sendo indicado emagrecimento e atividade física.
O tratamento cirúrgico é considerado para aqueles com desconforto social e psicológico.
A cirurgia tem como objetivo remover o excesso de glândula mamária e, quando necessário, gordura e pele, devolvendo ao tórax uma aparência mais plana, firme e proporcional. As técnicas cirúrgicas podem envolver a remoção do tecido mamário normalmente através de pequena incisão periareolar, associadas ou não a lipoaspiração do tecido gorduroso sobrejacente. A técnica cirúrgica varia de acordo com o tamanho e a consistência do tecido glandular.
Apesar de existirem opções medicamentosas para regular os hormônios ou antiestrogênicos, a cirurgia é a forma mais eficiente de resolver os casos persistentes. Normalmente é feita com anestesia local com sedação ou anestesia geral, dependendo do caso.
A recuperação costuma ser rápida, com poucas complicações.
Apesar de simples, a cirurgia requer bastante cuidado, pois existe risco de necrose do mamilo ou outras complicações importantes.
De modo geral, os pacientes submetidos a este procedimento ficam internados de 12 a 24 horas. Em alguns casos, opta pela utilização de drenos cirúrgicos por cerca de 7 dias. Uso de malha compressiva por algumas semanas para reduzir o inchaço e ajudar na cicatrização.
Todas as alterações no período pós-operatório devem ser comunicadas ao médico e os retornos costumam ser semanais nos primeiros dias.
Se você se sente incomodado com o aumento das mamas, saiba que existe solução. Agende uma consulta com um mastologista e veja o que pode ser feito no seu caso. O cuidado com o corpo é também um sinal de força.
A cirurgia para ginecomastia tem altíssimo índice de satisfação entre os pacientes. Além da mudança no corpo, muitos relatam aumento da autoestima, segurança para usar camisetas justas ou tirar a camisa em público, e até melhora na vida íntima.
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