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Dra. Daniela Beggiato – Mastologista em Belo Horizonte – MG

A amamentação é, para muitas mulheres, um momento de conexão profunda com o bebê — um ato natural, instintivo e cheio de significados. Mas nem sempre esse processo é livre de desafios. Um dos problemas mais comuns e dolorosos enfrentados por mães que amamentam é a mastite, uma inflamação da mama que pode trazer dor intensa, febre e até interromper a amamentação se não for tratada adequadamente.

Apesar de ser comum, muitas pacientes demoram a buscar ajuda por não reconhecerem os sinais. Se tratada corretamente, a mastite tem cura e a amamentação pode continuar de forma segura e tranquila.

Neste artigo, vamos entender o que é a mastite, por que ela acontece, como identificá-la e, principalmente, como preveni-la e tratá-la. Informação é poder — e nesse caso, também é alívio e saúde.

Inflamação na mama

O que é mastite?

A mastite é uma inflamação do tecido mamário, que pode ou não estar associada a uma infecção bacteriana. Ela ocorre com mais frequência durante a amamentação, principalmente nas primeiras semanas após o parto, mas pode acontecer em qualquer fase da lactação e, em casos mais raros, até fora do período de amamentação. Principal causa durante a amamentação geralmente é pelo acúmulo de leite (congestão mamária).

Ela pode se apresentar de forma leve, com dor e sensibilidade local, ou mais intensa, com inchaço, vermelhidão e até febre alta.

Embora mais comum em mulheres que amamentam (mastite puerperal), a mastite também pode surgir em mulheres que não estão amamentando (mastite não puerperal), e até em casos raros, em homens.

Como a Dra. Daniela pode te auxiliar em casos de mastite?

A Dra Daniela é uma profissional com um olhar humanizado, que consegue compreender o paciente, através de uma escuta atenta a tudo o que é dito durante a consulta. Os pacientes sentem-se acolhidos. É especialista nas alterações mamárias, e através de uma avaliação completa, irá identificar os sintomas relatados, para um acompanhamento individualizado.

Dra Daniela é Médica Mastologista em BH. Atende atualmente no consultório na cidade de Belo Horizonte (Clínica Amagio). É, ainda, Médica Mastologista do Hospital Felicio Rocho onde atende pacientes com inflamações mamárias. Possui Mestrado pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais (fcmmg). Os seus estudos foram na área de Câncer de mama em pacientes Jovens.

Para agendar uma consulta com um especialista em mamas é importante saber quais são as opiniões de outros pacientes que consultaram com o médico. O site Doctoralia é excelente para você ver avaliações sobre um médico Mastologista.

A Dra Daniela Beggiato tem Certificado de Excelência pelo Doctoralia por 3 anos seguidos. Ele possui mais de 230 avaliações 5 estrelas.

Veja depoimentos reais de pacientes que já consultaram com o Dra Daniela Beggiato:

Se você quiser descobrir se seu mastologista é certificado e credenciado, você pode avaliar no site da Sociedade Brasileira de Mastologia.

Se você está procurando uma mastologista qualificada para cuidar das suas mamas, não hesite em agendar uma consulta agora mesmo com Dra Daniela Beggiato.

Cuide da sua saúde com o máximo de atenção e cuidado, prevenindo problemas futuros e mantendo seu corpo em perfeito funcionamento. 

Por que a mastite acontece?

A mastite normalmente é resultado de uma combinação de fatores. O principal deles é a estase de leite, ou seja, quando o leite não esvazia completamente das mamas e fica acumulado nos ductos mamários, provocando inflamação. Isso pode ocorrer por:

  • Sucção inadequada do bebê: pode causar dor, fissuras nos mamilos e favorecer o surgimento de complicações como a mastite.
  • Intervalos longos entre as mamadas: podem levar ao acúmulo de leite nas mamas, aumentando o risco de ingurgitamento mamário e mastite.
  • Uso de sutiãs apertados ou pressão excessiva sobre os seios: pode obstruir os ductos mamários, favorecendo o aparecimento de dor, inflamação e até mastite.
  • Fissuras nos mamilos, que facilitam a entrada de bactérias: aumentando o risco de infecções como a mastite durante o período de amamentação.

Quando as bactérias da pele (principalmente Staphylococcus aureus) ou da boca do bebê entram por essas pequenas lesões nos mamilos, pode haver infecção, transformando a inflamação em uma mastite infecciosa.

Amamentação

Quais são os sintomas da mastite?

É importante ficar atenta a sinais que o corpo dá. Os sintomas mais comuns da mastite incluem:

  • Dor ou sensibilidade em uma área da mama: pode ser um sinal de inflamação;
  • Inchaço e vermelhidão local: podendo indicar condições como mastite ou abscesso mamário;
  • Sensação de calor na região afetada: geralmente acompanha processos inflamatórios, como a mastite, e pode vir associada a dor, inchaço e vermelhidão;
  • Febre: um sinal comum de que a inflamação evoluiu para uma infecção;
  • Calafrios e mal-estar: a infecção pode estar se espalhando sistemicamente;
  • Nódulo ou área endurecida no seio: geralmente indica acúmulo de leite ou formação de um abscesso, necessitando de avaliação e, em alguns casos, drenagem ou tratamento com antibióticos;
  • Diminuição da produção de leite no seio afetado: devido à inflamação e obstrução dos ductos, tornando importante o tratamento adequado para restabelecer a amamentação.

Se não tratada adequadamente, a mastite pode evoluir para um abscesso mamário, que é o acúmulo de pus no interior da mama e geralmente exige drenagem cirúrgica

6 maneiras de diminuir a mastite

  • 1 – Amamente com frequência e sob livre demanda.

O leite acumulado por longos períodos pode levar à obstrução dos ductos mamários. Por isso, é importante oferecer o peito sempre que o bebê demonstrar sinais de fome. Amamentar em livre demanda ajuda a esvaziar os seios regularmente, prevenindo o acúmulo de leite e reduzindo o risco de inflamação.

  • 2 – Garanta que o bebê esteja com a pega correta.

A pega correta do bebê ao seio é essencial tanto para uma amamentação eficaz quanto para o conforto da mãe. Quando o bebê suga de maneira adequada, o leite é retirado de forma mais eficiente, o que evita fissuras no mamilo e o entupimento dos ductos lactíferos.

  • 3 – Alterne as mamas a cada mamada.

Alterar a posição do bebê durante as mamadas pode ajudar a drenar diferentes áreas do seio. Isso contribui para um esvaziamento mais completo das mamas e previne o surgimento de áreas endurecidas ou doloridas.

  • 4 – Evite sutiãs apertados ou roupas que comprimam os seios.

Peças de roupa muito justas, como sutiãs com aro ou pouca elasticidade, podem comprimir os seios e dificultar a circulação do leite. O ideal é optar por roupas confortáveis e que não pressionem as mamas, permitindo um fluxo de leite mais livre.

  • 5 – Trate rapidamente fissuras ou machucados no mamilo.

Essas lesões, embora pareçam simples, podem causar dor intensa, dificultar a amamentação e até abrir caminho para infecções mais sérias, como a mastite. Por isso, é essencial tratá-las o quanto antes, com carinho e cuidado.

  • 6 – Evite longos períodos sem esvaziar as mamas.

Ficar longos períodos sem amamentar ou retirar o leite pode causar desconforto, ingurgitamento (mamas muito cheias e doloridas) e até levar à obstrução dos ductos mamários — o que aumenta o risco de mastite.

Quando Procurar Ajuda Médica

Nem toda dor na mama é mastite, mas se os sintomas persistirem por mais de 24 horas, ou se houver febre, é fundamental buscar avaliação médica. A mastite, quando não tratada corretamente, pode evoluir para um abscesso mamário — uma infecção mais grave que pode exigir drenagem cirúrgica.

A Amamentação Deve Continuar?

Sim! A recomendação é sempre que possível continuar amamentando, mesmo durante a mastite. Parar de amamentar pode piorar o quadro, pois o leite parado favorece ainda mais a inflamação e a infecção.

Além disso, o leite materno não prejudica o bebê, mesmo quando há infecção. Na maioria dos casos, o uso de antibióticos compatíveis com a amamentação permite a continuidade do aleitamento sem riscos.

Se a dor for muito intensa, a mãe pode realizar a ordenha manual ou com bomba, apenas para aliviar a pressão e manter o fluxo de leite.

Amamentação

Diagnóstico

O diagnóstico da mastite é clínico, ou seja, feito com base na observação dos sintomas e na avaliação física. Exames complementares, como ultrassonografia das mamas ou cultura do leite, só são solicitados em casos de dúvida ou quando há suspeita de abscesso mamário (acúmulo de pus).

Tratamento da Mastite na Amamentação

1. Medidas Caseiras e Cuidados Iniciais

  • Amamentar com frequência, iniciando sempre pela mama afetada.
  • Garantir uma pega correta com ajuda de uma consultora de amamentação.
  • Massagens suaves e compressas mornas antes da mamada para facilitar a saída do leite.
  • Compressas frias após as mamadas para reduzir o inchaço e a dor.
  • Descanso e hidratação: são essenciais para a recuperação.

2. Uso de Medicamentos

  • Analgésicos e anti-inflamatórios ajudam no controle da dor e febre.
  • Antibióticos, quando há sinais de infecção bacteriana.

3. Drenagem de Abscesso

Se a mastite evoluir para a formação de um abscesso mamário, pode ser necessário realizar uma drenagem — procedimento simples que remove o pus acumulado. Mesmo nesses casos, a amamentação pode continuar (exceto diretamente na área drenada, conforme orientação do mastologista).

Agende uma consulta e receba orientação médica personalizada. Seu bem-estar e o do seu bebê merecem cuidado e atenção.

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