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Dra. Daniela Beggiato – Mastologista em Belo Horizonte – MG

O mastologista é o médico especializado no diagnóstico, tratamento e acompanhamento das doenças que acometem as mamas, tanto em mulheres quanto em homens. Embora muitos pacientes associem esse profissional apenas ao tratamento do câncer de mama, o mastologista também atua em diversas condições benignas, estéticas e reconstrutivas.

A cirurgia é uma parte essencial da atuação do mastologista, e pode ser indicada tanto para diagnóstico quanto para tratamento. Neste artigo, você vai entender todos os principais procedimentos cirúrgicos realizados por esse especialista, desde pequenas biópsias até cirurgias oncológicas complexas e reconstruções mamárias.

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A Dra Daniela é uma profissional com um olhar humanizado, que consegue compreender o paciente, através de uma escuta atenta a tudo o que é dito durante a consulta. Os pacientes sentem-se acolhidos. É especialista nas alterações mamárias, e através de uma avaliação completa, irá identificar os sintomas relatados, para um acompanhamento individualizado.

A Dra Daniela Beggiato é Médica Mastologista em BH e faz parte do corpo clínico do Hospital Felicio Rocho. Atende atualmente no consultório (Clinica Amagio) na cidade de Belo Horizonte.

Dra Daniela Beggiato é Mastologista com Mestrado pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais (fcmmg). Os seus estudos foram na área de Câncer de mama em pacientes Jovens.

Para agendar uma consulta com uma médica especialista em câncer de mama é importante saber quais são as opiniões de outros pacientes que consultaram com a médica. O site Doctoralia é excelente para você ver avaliações. 

A Dra Daniela Beggiato tem Certificado de Excelência pelo Doctoralia por 3 anos seguidos. Ela possui mais de 230 avaliações 5 estrelas.

Dra Daniela Beggiato

Veja depoimentos reais de pacientes que já consultaram com o Dra Daniela Beggiato

Dra Daniela Beggiato

Se você quiser descobrir se seu mastologista é certificado e credenciado, você pode avaliar no site da Sociedade Brasileira de Mastologia.

Se você está procurando uma mastologista qualificada para cuidar das suas mamas, não hesite em agendar uma consulta agora mesmo com Dra Daniela Beggiato.

Cuide da sua saúde com o máximo de atenção e cuidado, prevenindo problemas futuros e mantendo seu corpo em perfeito funcionamento.

1. Cirurgias Diagnósticas

Antes de qualquer tratamento, é fundamental obter um diagnóstico preciso. Algumas lesões mamárias só podem ser confirmadas por meio de biópsias cirúrgicas.

Biópsia incisional e excisional

  • Incisional: remove-se apenas uma parte da lesão para análise.
  • Excisional: retira-se toda a lesão suspeita.

Essas biópsias são realizadas quando não é possível obter material suficiente com métodos menos invasivos, como biópsia por agulha.

Biópsias guiadas por imagem

  • Core biopsy (agulha grossa): método comum e preciso para investigar nódulos.
  • Mamotomia: tipo de biópsia a vácuo, mais eficaz em lesões pequenas e microcalcificações.
Biópsia por agulha grossa (core biopsy)
Mamotomia

Setorização cirúrgica (biópsia cirúrgica guiada por marcação)

Quando a lesão não é palpável, mas visível nos exames, o mastologista realiza uma marcação pré-operatória com fio metálico ou carvão, guiado por mamografia ou ultrassom. Isso orienta a cirurgia para retirada precisa do tecido mamário.

2. Cirurgias para o Câncer de mama

O tratamento cirúrgico do câncer de mama evoluiu muito. Hoje, busca-se preservar ao máximo a mama e a autoestima da paciente, sempre garantindo a segurança oncológica.

Setorectomia (quadrantectomia)

É a cirurgia conservadora da mama. Consiste na retirada do tumor com uma margem de segurança ao redor.

Pode ser associada à radioterapia, que completa o tratamento local. A indicação depende do tamanho do tumor em relação à mama e da localização.

Mastectomia

Retirada completa do tecido mamário. Existem diferentes tipos:

  • Mastectomia simples: retirada total da mama, sem preservar pele ou papila.
  • Mastectomia poupadora de pele: preserva o envelope cutâneo, facilitando a reconstrução.
  • Mastectomia poupadora de papila: preserva a aréola e o mamilo em alguns casos selecionados.
  • Mastectomia radical modificada: retirada da mama com linfonodos axilares.
Mastectomia

Biópsia do linfonodo sentinela

É uma técnica moderna e menos invasiva. Um corante é injetado na mama para identificar o primeiro linfonodo que drena a área do tumor. Se esse linfonodo estiver livre de metástases, evita-se a retirada de todos os linfonodos da axila.

Linfonodo sentinela

Linfadenectomia axilar

Retirada de múltiplos linfonodos axilares. Indicada quando há comprovação de comprometimento ganglionar. Embora mais agressiva, é necessária em alguns casos e pode causar efeitos como linfedema.

A Evolução da Cirurgia Mamária: Do Radicalismo à Preservação

Durante muitas décadas, o tratamento cirúrgico do câncer de mama era sinônimo de mastectomia radical. O procedimento envolvia a remoção total da mama, músculos peitorais e linfonodos axilares, com grande impacto físico e emocional.

Com os avanços na medicina, surgiu o conceito de cirurgia conservadora da mama, que revolucionou o tratamento. Hoje, sabemos que preservar a mama, quando possível, não compromete a eficácia oncológica, e traz muito mais qualidade de vida para a paciente.

O uso de radioterapia complementar, biópsia do linfonodo sentinela e reconstrução imediata são marcos dessa evolução.

3. Cirurgias Reconstrutivas

A reconstrução mamária é um direito garantido por lei a todas as mulheres submetidas à mastectomia pelo SUS e por planos de saúde.

Reconstrução imediata ou tardia

  • Imediata: feita no mesmo tempo da cirurgia para retirada da mama.
  • Tardia: realizada após o término do tratamento oncológico.

Técnicas de reconstrução

  • Prótese ou expansor: comum em reconstruções imediatas.
  • Retalhos musculares (grande dorsal, TRAM): utilizam tecidos do próprio corpo para reconstruir a mama.
  • Lipofilling (enxerto de gordura): usado para melhorar o contorno, corrigir defeitos e dar volume.
Prótese mamária
Posicionamento da prótese

Reconstrução do complexo aréolo-papilar

Pode ser feita com retalhos locais, enxertos de pele ou pigmentação (micropigmentação).

Micropigmentação de aréola

4. Cirurgias de Correção e Simetrização

Após a reconstrução de uma mama, pode ser necessário ajustar a outra para garantir simetria. É uma etapa muito importante no tratamento da paciente, pois vai muito além de uma questão estética — ela tem impacto direto na qualidade de vida, autoestima e bem-estar emocional.

Mamoplastia redutora

Indicada em pacientes com mamas muito grandes, tanto por estética quanto para alívio de sintomas físicos.

Mastopexia (lifting de mama)

Elevação da mama, com ou sem colocação de prótese, para correção da flacidez.

Simetrização contralateral

Ajuste da mama não operada para equilibrar formato, volume e posição, garantindo harmonia estética.

Simetrização mamária

Estudos mostram que mulheres que passam pela simetrização mamária após reconstrução têm índices mais altos de satisfação com a imagem corporal e menos queixas relacionadas à autoestima.


Essa cirurgia não é apenas um “toque final”, mas sim parte fundamental do processo de reabilitação física e emocional após o câncer de mama.

5. Cirurgias para Condições Benignas

Muitas doenças benignas da mama também exigem tratamento cirúrgico.

Exérese de fibroadenomas, cistos e papilomas

  • Fibroadenomas: nódulos benignos comuns em mulheres jovens.
  • Papilomas: lesões dentro dos ductos, que podem causar secreção.
  • Cistos complexos: quando há suspeita de componente sólido ou crescimento atípico.

A retirada é indicada quando há crescimento, dor, alteração estética ou dúvidas diagnósticas.

Fibroadenoma

Abscessos e Mastites

  • Abscessos agudos: frequentemente drenados cirurgicamente.
  • Mastite periductal crônica: pode necessitar de remoção do ducto afetado, principalmente em casos recorrentes.
Mastite

Fístulas mamárias

Comunicações anormais entre os ductos mamários e a pele, geralmente associadas a infecções crônicas. O tratamento é cirúrgico e pode exigir ressecção extensa.

6. Procedimentos cirúrgicos ambulatoriais menores

Algumas intervenções podem ser feitas com anestesia local no consultório.

  • Punção aspirativa de cistos
  • Drenagem de abscessos pequenos
  • Biópsia de pele ou aréola

7. Cirurgia de Ginecomastia (em Homens)

Embora a mastologia seja tradicionalmente associada à saúde mamária feminina, os homens também podem apresentar alterações nas mamas — e uma das mais comuns é a ginecomastia.

O que é ginecomastia?

Ginecomastia é o aumento benigno do tecido mamário masculino, geralmente causado por desequilíbrio hormonal, uso de certos medicamentos, obesidade, puberdade ou condições médicas específicas (como doenças hepáticas ou uso de anabolizantes).

Ela pode afetar uma ou ambas as mamas e, embora não represente risco de câncer na maioria dos casos, pode causar dor, desconforto, insegurança estética e impacto psicológico.

Aumento do tecido mamário

Como é feita a cirurgia?

Ressecção cirúrgica do tecido glandular
– Indicada quando há predomínio de tecido mamário denso.
– A incisão é geralmente feita na borda inferior da aréola, para preservar a estética.

Lipoaspiração
– Indicada quando há excesso de gordura na região mamária.
– Pode ser associada à ressecção glandular para melhores resultados.

Em casos mais graves, pode ser necessário remover pele excedente ou reposicionar a aréola, principalmente quando há grande flacidez.

A Importância da Abordagem Multidisciplinar

O tratamento das doenças mamárias, especialmente o câncer de mama, deve ser feito de forma integrada. O mastologista trabalha junto com:

  • Oncologistas
  • Radioterapeutas
  • Cirurgiões plásticos
  • Radiologistas especializados em mama
  • Enfermeiros oncológicos
  • Psicólogos e fisioterapeutas
  • Nutricionistas
  • Educadores físicos

Essa abordagem melhora os resultados clínicos, a qualidade de vida e a satisfação da paciente.

A cirurgia é uma das principais ferramentas no cuidado com as mamas. O mastologista, por sua formação especializada, é o profissional mais capacitado para indicar, realizar e acompanhar procedimentos cirúrgicos com segurança e sensibilidade.

Cada paciente é única, e o tratamento deve ser personalizado, levando em conta não apenas a doença, mas também os aspectos físicos, emocionais e sociais. A consulta precoce com um mastologista pode fazer toda a diferença no diagnóstico e no sucesso do tratamento.

Se você tem dúvidas sobre qualquer alteração nas mamas, ou se busca orientação sobre cirurgias, agende uma consulta com um mastologista de confiança. Cuidar da saúde das mamas é um ato de amor-próprio.

Cuidados Pré e Pós-Operatórios

Antes da cirurgia, o paciente precisa:

  • Realizar exames laboratoriais e cardiológicos
  • Passar por avaliação pré anestésica
  • Evitar medicamentos anticoagulantes ou que aumentem sangramentos
  • Parar de fumar, se for fumante
  • Levar todos os exames no dia da cirurgia
  • Jejum de 8 horas para alimentos sólidos e 3h para líquidos
  • Levar roupas confortáveis
  • Não usar acessórios/adornos
  • Evitar bebida alcóolica

Após a cirurgia, os cuidados variam conforme o tipo de procedimento:

  • Uso de sutiã cirúrgico ou faixa compressiva
  • Evitar esforços com os braços
  • Não carregar peso e não fazer atividades físicas
  • Cuidado com curativos e higiene local
  • Fazer uso das medicações prescritas
  • Evitar exposição solar
  • Comparecimento às consultas de retorno
  • Em caso de reconstrução, sessões de fisioterapia ou drenagem linfática podem ser indicadas

O acompanhamento da paciente com o mastologista após a realização da cirurgia — seja por motivo oncológico (como câncer de mama) ou por condições benignas — é uma etapa essencial do tratamento, pois garante tanto o sucesso do procedimento quanto a prevenção e detecção precoce de possíveis complicações ou recidivas.

Avaliar a cicatrização: O mastologista verifica se a ferida cirúrgica está fechando adequadamente, sem sinais de infecção, necrose ou deiscência (abertura da sutura).

Monitorar complicações: Detectar precocemente hematomas, seromas, alterações na sensibilidade e linfedema.

Avaliar resultado estético e funcional: Garantir que o formato, volume e mobilidade da mama estejam dentro do esperado.

Revisar exames e laudos: Discutir o resultado do exame anatomopatológico e, se necessário, planejar tratamentos complementares (quimio, rádio ou hormonioterapia).

Apoiar a recuperação emocional: O acompanhamento também oferece espaço para que a paciente tire dúvidas, expresse inseguranças e receba orientações personalizadas.

Punção de seroma no Pós operatório.

O cuidado com as mamas envolve atenção, escuta, técnica e sensibilidade. Cada paciente traz uma história, e cada cirurgia deve respeitar não apenas critérios médicos, mas também o emocional e os desejos de quem está no centro do tratamento.

Se você tem dúvidas, alterações mamárias, histórico familiar de câncer ou apenas deseja se cuidar, procure um mastologista de confiança. A prevenção é sempre o melhor caminho.

Leia mais:

Mastite – Como prevenir e tratar?

Mastologista – Qual o papel do Médico Mastologista?

Câncer de mama – Descubra os sinais e sintomas e como previnir.

Fibroadenoma – 9 curiosidades

Ginecomastia – O que é e como trata?